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Mons. Lusignan

Desde criança, o autor sempre teve uma particular atracção pelo estudo e?compreensão?das religiões do mundo, particularmente pela religião Cristã e pelos movimentos e denominações a ela associados.?
Essa?compreensão, apoiada e assistida por um dos seus mais queridos mestres, o Padre Tiago; homem de valor excepcional e de fé concreta, valores que alimentam e guiam os que buscam a verdade oculta nas escrituras, no simbolismo, no equilíbrio do ser e na concretização das obras (de que ele foi exemplo) acabou por o levar às portas do seminário de S, José de Caparide, onde teve a oportunidade de durante algum tempo, experimentar a vivência da meditação e da oração. Contudo a marca indelével que portaria dentro de si nos anos que viriam, não o faria prosseguir os estudos canónicos ou adoptar as?práticas?Católicas Romanas, por encontrar nelas alguns conflitos com a doutrina pura e simples que Cristo deixou à humanidade assim como com determinadas posições sociais contrárias à sua moral.
Os anos que se seguiram foram de enorme?importância?para ao autor. Descobrindo a profundidade das igrejas de Oriente, principalmente das derivadas das escolas de Antioquia e Alexandria, encontra nelas o sentido perdido do cristianismo,?principalmente?no que toca à metanoia e à apocatastasis desenvolvidas na patristica de Clemente de Alexandria e Origines.
A?compreensão?da reintegração do Ser, leva-o ao trabalho efectivo dentro da Ecclesia?e de outras estruturas e colégios interiores, onde continua a desenvolver o seu trabalho.
"A vastidão do pensamento e da realidade da?iniciação do homem, que pretendem devolver ao ser a capacidade de reconciliação e posteriormente de reintegração do Ser, é um trabalho apaixonante, vivificante e efectivo. Por isso, convido todos os que sintam verdadeiro desejo, coragem e inteligência? a segui-lo. Essa é a cruz que cada um tem de tomar às suas costas; trabalho fundamental para o crescimento espiritual progressivo.?
Mons. Lusignan."