Poesia Erótica

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Um Prefácio não passa dum acto de mediação diplomática entre escritores e leitores.Às vezes nem é preciso ler o livro. Mas li este e posso afirmar que respeita os princípios éticos essenciais e não me pareceu afectado pela doença infantil do erotismo que dá pelo nome de pornografia. É óbvio que não fala só da contemplação romântica e platónica das flores e dos passarinhos…Dois poetas decidiram fazer uma parceria, num diálogo simbiótico e sinérgico que valoriza o conjunto, entretecendo um enredo que até desperta a curiosidade pelo seu final.Como dizia aquele “intelectual” quando lhe perguntei se gostara de ler o dicionário que lhe emprestara tempos antes para corrigir as suas maleitas linguísticas: “Acabou bem. No fim sempre se casaram…”Isabel Fontes*, emitindo do seu computador, põe no ar laivos poéticos de amor do amor, extractos de solidão da sua alma.Zé Albano*, vate repentista dos Acrósticos, dá a sua ajuda generosa e… humanista. Não pode suportar a ideia duma mulher navegando solidão. É um benfeitor. Se não puder ser remo ou vela, será vento, mas tem o vício altruísta de ajudar.Quanto tempo terá durado esse crescendo erótico com trocas cósmicas entre as almas envolvidas? O amor não é sempre integral?E como vai acabar esse exercício prolongado e virtual? Será com a cama desfeita e rios de transpiração que terão inundado e afogado a estase orgástica tão perniciosa do freudo‑marxismo de Wilhelm Reich?Já li mas não conto. Como dizia o Poeta-filósofo da Mensagem e do Quinto Império: “Sinta quem lê”. Joaquim Evónio06 Outubro 09 (*) São residentes na “Varanda das Estrelícias” e dois dos mais dinâmicos entusiastas da divulgação da Lusofonia.

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