



A notícia chegou duas semanas
depois de Aryana ter saído de casa: o pai fora alvejado e falecera. Não era
algo que ela não tivesse previsto. Mas tê-lo avisado não diminuía a dor. O
problema era: ela não podia salvá-lo, tal como não podia salvar a mulher que a
atropelou no dia do funeral. Mas contara-lhe. E a única coisa que conseguiu foi
um estranho à sua porta perguntando-lhe como é que a mãe sabia que ia morrer...
Ele
“Ela conheceu a minha mãe dias antes dela falecer. Era uma operação simples, e no entanto ela deixou-me uma carta de despedida, com a morada dela. Eu podia ler no seu olhar profundo que escondia um segredo tão terrível que obscurecia a sua alma. Mas não sabia como encontrar a chave do seu coração para abrir a porta da sua vida.”
Ela
“Eu vejo quem morre. Vi o meu pai e, contudo, não o pude impedir. O seu funeral foi no dia em que a conheci. Ela também estava marcada. Eu tentei, mas perdi. E então veio ele, brincar com a morte. Apaixonar-se por ela. E ela por ele. Não podia compreender que nestes olhos negros jaz mais do que mistério, mas a verdade do seu destino condenado.”
Classificado como: Narrativa › RomanceTem 0 produto no carrinho de compras
Eu ultimamente raramente lia, muitos poucos livros me "agarravam"... mas este, é simplesmente um dos melhores que já li até hoje, e espero ansiosamente pelos que se seguem.
Este livro está muito bom, não só pela energia que é dada aos personagens, como também o ambiente em que eles são colocados.
Muito bom mesmo :)