Calendario 12 / Maio / 2016 Cantidad de comentario Sem comentários

Controlo absoluto sobre o conteúdo, o design e a promoção do livro, possibilidade de fixar o preço de venda e lucros de 80% são algumas das vantagens da edição independente. Para todos os que queiram escrever e publicar um livro, a Bubok, principal plataforma de auto-edição de livros e editora independente, enumera aqui 10 vantagens da edição independente:

 

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1. Controlo absoluto sobre o livro. “Quem escreve, decide”

Ao apostar pela edição independente, o autor tem controlo absoluto sobre a sua obra, desde o conteúdo até ao design da capa. O escritor é o seu próprio editor, portanto não tem que obedecer às ordens de ninguém, e decide quem efectua a correcção, paginação ou design do seu livro. No caso da Bubok, o autor pode publicar de forma completamente gratuita o seu livro através da plataforma e além disso pode contratar serviços para ajudá-lo a obter um acabamento profissional (corrector, ilustrador, gestão de ISBN, etc), no caso de que o escritor não disponha de esses recursos.

2. Decisão final sobre distribuição e pontos de venda

O autor decide se quer vender o seu livro em papel ou em ebook, ou em ambos formatos, e também o circuito no qual vai vender o seu livro: livrarias físicas, plataformas de internet, na sua página web, etc. Na Bubok, por exemplo, há a opção de vendê-lo em qualquer parte do mundo, não só através da sua plataforma on-line, mas também noutras como a Amazon, Apple e Google Books; e também oferece a possibilidade de coloca-lo à venda em livrarias físicas se aderir ao programa de livrarias.

3. Lucro de 80% em vez dos habituais 8%

O autor ganha mais pela sua obra que numa editora tradicional. No caso da Bubok, 80% do lucro vai para o autor e 20% para a Bubok.

4. Não é preciso investir num stock, o autor fixa o preço de venda e pode receber os seus lucros mensalmente

O autor decide o preço de venda da edição impressa e/ou digital, inclusivamente pode disponibilizar os downloads gratuitamente. Além disso, não precisa de fazer um investimento inicial em stock de livros, dado que a impressão faz-se sob demanda (POD). Outra das grandes diferenças entre a edição tradicional e a edição independente, é que neste caso o autor tem acesso às estatísticas em tempo real e recebe antes o valor que lhe corresponde por essas vendas. No caso da Bubok, pode receber mensalmente.

5. Tomar as rédeas da promoção e trabalhar para uma marca pessoal

Quando o escritor investe tempo e energia na promoção da sua própria obra, não só tem a liberdade de escolher como e quando fazê-la, mas também cultiva a sua própria marca pessoal e não a de um grande grupo editorial. Além disso, o autor tem à sua disposição, hoje em dia, com inúmeras ferramentas para fazê-lo: apresentações físicas, página web, redes sociais, booktrailer (vídeo sobre um livro parecido a um trailer de cinema), biblet (ferramenta que permite visualizar as primeiras páginas de um livro e também interagir com este de diferentes formas), paper ebook (apresentação atractiva em papel de um livro electrónico que inclui um código QR e/ou link URL), etc. Na edição tradicional este trabalho está nas mãos das editoras, no entanto nem todos os livros são promovidos de igual forma, dado que normalmente os recursos costumam estar destinados apenas às personagens mais famosas.

6. Os livros com temáticas “de nicho” são viáveis

As grandes editoras guiam-se por critérios comerciais e costumam apostar por livros de temáticas que estejam dirigidas ao grande público, e não por obras cujas temáticas interessam a minorias. Portanto a edição independente é uma oportunidade para livros especializados dirigidos a minorias e de temáticas que são difíceis de encontrar em editoras tradicionais.

7. Sem intermediários que não contribuem

No circuito tradicional há muitos agentes intermediários, desde o agente literário ao livreiro, passando pelo editor e o distribuidor e cada passo perdem-se percentagens. Na edição independente não há mais intermediários além dos que o autor decida e que contribuam com algo durante o processo.

8. Ser independente permite ser mais ágil

A flexibilidade e agilidade de uma editora independente é muito maior do que a de uma editora tradicional. Por exemplo, quando o autor finaliza a sua obra, a publicação e venda pode ser imediata. Igualmente, o escritor pode fazer tantas revisões como considere conveniente e o comprador sempre vai ter a versão mais actualizada, sem esperar a próxima tiragem. Também não é necessário esperar por uma nova edição para fazer modificações na capa ou em qualquer outra parte do livro.

9. Associação livre e autocontrolo dos direitos de autor

O autor tem completa liberdade de associar-se com outros autores, participar nas comunidades e associações que lhe interesse, colaborar com os meios e profissionais que considere conveniente, sem preocupar-se se são do seu grupo editorial ou não. Igualmente, tem o controlo dos seus direitos de autor e se a obra tiver êxito e editoras nacionais ou de outros países se interessarem em comprar os direitos da obra podem fazê-lo sem as típicas restrições de uma editora.

10. O autor como empreendedor cultural: “Um livro é uma start-up”

Editar um livro por conta própria é a mesma coisa que montar uma empresa própria. É necessário estabelecer objectivos, tempos, metas, orçamentos, informar-se de questões legais, tendências de mercado, etc… O autor tem que se enfrentar à sua obra como se fosse uma start-up.

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