Nakba -- Holocausto na Palestina

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Os judeus anti sionistas comprovam que o sionismo é um nacionalismo ferozmente agressivo e que põe em perigo a paz no mundo. As atrocidades cometidas pelos judeus sionistas para fundarem Israel deu azo a injustiças de tal monta que a ânsia de vingança nos palestinos se perpetuará no tempo e passará de pais para filhos ininterruptamente. Estes assistiram ao opróbrio, ao assassínio e roubo dos seus ancestrais e tal ficará gravado nos seus genes como memória à vindicta, assim a paz jamais será possível. Se o horror cometido pelos sionistas deu azo ao ódio, um sentimento de Amor também nasceu a par do holocausto: a protagonista deste romance, Faiga, uma palestina que viu os seus familiares serem massacrados pelos terroristas judeus, e prometeu vingar-se, se enamorou perdidamente por um advogado judeu a quem deu sociedade na sua firma de assessoria e finanças, ele lhe mostrou que o «Amor» faz esquecer o anjo do mal. Ela se tornou proprietária de vastas propriedades e empresas e sempre tratou os seus inquilinos e empregados, tanto judeus como palestinos com a mesma urbanidade e equidade porque entendeu que o Amor é muito mais elevado que o pulsar do coração e só ele conhece a poesia do mundo e da vida. O amor é um sorriso virado ao porvir. O sionismo é o último baluarte racista que ainda sobrevive em Israel. Tem razão o ilustre rabino Joshe Freund quando horrorizado face aos massacres cometidos pelas organizações terroristas da Aganah, da Irgun e da Stern, desabafa:-- «Não é porque eles são sionistas que eles são malfeitores. ? porque eles são malfeitores que eles são sionistas»!

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