Com os meus livros, não busco a perfeição semântica do poema, busco a catarse e a experimentação absoluta e absurda. 2005 era o ano de Xéxé e das Motoconas de Marte e tudo valia. Um dia, daqui a umas décadas, talvez o poema saia logo primeira perfeito e imaculado como golfinhos. Entretanto, vou-me divertindo com documentos que atingem um ímpeto tal de serem praticamente ilegíveis.Orgulhoso destas memórias.
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