Sexualidade na Terceira Idade - Um Estudo Comparativo

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Considero como principais objectivos deste estudo conhecer como é a vivência da sexualidade/afetividade nos idosos e identificar os fatores que influenciam essa vivência. O estudo foi constituído por uma amostra, seleccionada por conveniência, que incluíu 24 idosos, 12 dos quais possuem cônjuge e os restantes não tem parceiro sexual. Respectivamente, os primeiros residem nas suas habitações, e os segundos na Residência Fundação Maria Oliveira, sita em Alcobaça As entrevistas englobaram questões para caracterização da amostra e outras questões que facultaram informação sobre as experiência amorosa dos sujeitos sem conjugalidade, experiência amorosa dos sujeitos com conjugalidade, avaliação da qualidade de relação conjugal, atividade sexual a partir dos 60 anos, atividade sexual na atualidade, desejo sexual e a importância atribuída às práticas sexuais. As conclusões apontam para o entendimento de que o idoso não é um ser assexuado. Pelo contrário a expressão da sexualidade difere ao longo do tempo de pessoa para pessoa e o processo de envelhecimento não se constitui como um impedimento para a vivência da mesma. As grandes diferenças encontradas justificam-se, contudo, ao nível do género, no qual o contexto sócio-cultural tem uma forte influência. Esta diferenciação, quanto ao género, torna-se mais nítida na existência ou não de parceiro. Os homens sem parceira continuam, independentemente da idade, a vivenciar a sua sexualidade, enquanto que as mulheres sem parceiro sublimam ou simplesmente não a vivem.

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