p { margin-bottom: 0.21cm; }âAldeia de Deusâ! Que na minhalÃngua se chama âTchehunda tcha Nzambiâ! A Aldeia de Deus, quedesde criança ouvia os meus mais velhos falarem, é onde vivo desdeque que morri! Pois é! Morri a muitos anos. Revelar quem fui, nãoimporta! As minhas memórias confundem-se com a época e as tradiçõesdo Império Lunda-Tchokwe. Agora, livre neste mundo angelical,revejo-me na crença do espÃrito que vive para além da morte.Etérea e eterna, conquistei a Tchehunda tcha Nzambi, onde só acedemos mbungue ipema, pessoas debom coração.Uma aldeia remota no firmamento de umamontanha entre Angola e o Congo, onde a neblina serve de portal aquem se acerca. A rotação anti-horária dos ventos desvela o centroda aldeia, lÃmpido e tranquilo. As plantas populadas de folhas eflores brilham intensamente. Os aromas da terra confundem-se com afragrância das flores. Moro no monte das madressilvas e dasglicÃnias. Pode-se dizer que no meu jardim, as borboletas e as fadasabundam! Um paraÃso na terra!
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