A reestruturação do ensino da música - papel da UNESCO 1980

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Nos últimos trinta anos, a internacionalização, a externalização, a influência e o papel que instituições e organizações europeias e mundiais tiveram e desempenharam na construção e na operacionalização de diferentes modelos no ensino da música encontra-se ainda por estudar. No entanto esta internacionalização manifesta-se através de diferentes modos de que se salientam, entre outros, a formação de músicos em instituições estrangeiras, na realização de alguns colóquios internacionais, na realização de cursos e masterclasses; na docência de professores estrangeiros nas instituições portuguesas, na actividade musical.Várias foram as organizações internacionais que participaram na avaliação da situação educativa portuguesa e na apresentação de propostas, como por exemplo a UNESCO (1975), a OCDE (entre 1982-1983) e o Banco Mundial (em 1977 e 1989). O trabalho desenvolvido pelo Gabinete Coordenador do Ensino Artístico (criado pelo Despacho n.º 311/78 de 17 de Outubro e extinto pelo Decreto-Lei n.º 100-A/85) enquadra-se numa perspectiva em que os seus referenciais de trabalho se situam entre a influência internacional e a sua recontextualização na sociedade portuguesa. Foi por proposta deste Gabinete (a funcionar sobre a alçada directa dos Ministros da Educação e coordenado por Madalena Perdigão) que a UNESCO (através de Marcel Landowski) participou na elaboração das políticas para o ensino (especializado e não especializado) interligando-as com as políticas de difusão musical. Este texto procura descrever e enquadrar a proposta elaborada por Marcel Landowski.

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