Fichamento das Lutas do Povo Brasileiro

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O Núcleo de Estudos e Formação Política Rosa Luxemburgo em parceria com o sitio Rebelion.Org lança um Livro que tem como objetivo fazer o Fichamento de diversas lutas sociais ocorridas no Brasil ao longo dos séculos.A proposta deste material é formatar um Catálogo de Imagens e um registro de Fichamento das principais lutas sociais que marcaram a história do Brasil.Trata-se de reconhecer o papel popular nas transformações sociais, políticas, econômicas e construir um outro olhar diferente de uma história elitizada, contada pelos homens brancos europeizados, que retratam: heróis, reis e outros mitos individuais.Torna-se necessário alentar sobre o papel do poder popular, uma vez, que este é a grande mola propulsora de mudanças em qualquer estrutura social.Da luta dos índios e escravos por resistirem a escravidão até os dias atuais, como a juventude nas ruas contribuindo por um diálogo de mudanças, no marcante junho de 2013.Este material pretende fugir do academicismo e considerar análises e perspectivas que dialogam de forma coletiva na organização de uma luta que antes de mais nada é a luta do povo brasileiro.Como prevê o paragrafo único do primeiro artigo da constituição aprovada em 1988, todo poder emana do povo. Que lutemos para efetivar nossos sonhos por uma nova ordem, longe de qualquer forma de opressão.O desejo é que este fichamento tenha possibilidade de contribuir para a curiosidade do leitor e para que o mesmo utilize qualquer meio de pesquisa para aprofundar sobre os conhecimentos presentes neste material e outros que aqui não foram citados, mas são correlatos presentes em pesquisas a qualquer sitio eletrônico.A construção do conhecimento deve ser sempre uma alternativa importante a não subordinação à classe dominante pela classe trabalhadora.Apenas o conhecimento e a livre organização popular pode ser emancipatória como expressa Paulo Freire através de suas vivências e escritas.As lutas sociais acontecem todos os dias, no cotidiano da classe explorada na revolta pelos flagelos trazidos na exploração e contra seus opressores. Tenhamos no cotidiano o olhar construtivo da crítica social e contra as diversas manifestações que configuram a Questão Social no embate das relações entre o capital e o trabalho.

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