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SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DO PENSAMENTO MODERNO

  • Autor: Higino do Vale Carvalheira
  • Estado: Público
  • Nº de páginas: 76
  • Tamanho: 210x297
  • Miolo: Preto e branco
  • Paginação: Colado
  • Acabamento da capa: Brilho
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RESUMO

Este trabalho resultou de notas tomadas nas aulas da Cadeira de Historia da Filosofia Modera do curso de Ciências Históricas e Filosóficas da UC, com o auxílio de alguma bibliografia, da qual se indica apenas a principal.

Foi apresentado aos alunos do último ano do curso de 1950.

Os principais livros de que nos servimos, como auxílio bibliográfico, encontram-se na Biblioteca da Universidade de Coimbra, traduzidos em diversas línguas além da portuguesa, principalmente a espanhola e a francesa, e são:

JOSEPH MARECHAL -  «Précis d’Histoire de La Philosophie Moderne».

AUGUSTO MESSER - «La Filosofia Moderna»

E. VON ASTER - «Historia de La Filosofia»

H. HOFFDING - «Histoire de La Philosophie Moderne»

V. COUSIN - «Histoire de La Philosophie»

J. BURCKHARDT -«La Civilisation en Italie au de La Renaissance»

JOAQUIM DE Carvalho -«Galileu e a Cultura Portuguesa sua Contemporânea»

GARCIA MORENTE e ZARAGUETA BENGOECHEA -«Fundamentos de Filosofia»

J. CHEVALIER -«Descartes»

LEON OLLÉ L’APRUNE -«La Philosophie de Malebranche»

MAURICE BLONDEL -«L’anticartesianisme de Malebranche»

VICTOR DELBOS -«Études sur la Philosophie de Malebranche»

VICTOR DELBOS -«O problema moral na filosofia de Espinosa».

VICTOR DELBOS - «O espinosismo»

VICTOR BROCHARD -«Estude de philosophie ancienne et de philosophie moderne»

No decorrer do Texto serão indicadas referências pontuais.

De começo, descrevo, tal como se encontram apresentadas, as grandes divisões a que a cultura filosófica foi sujeita no tempo e no espaço, quando e onde, e lembro os principais precursores do Espírito Moderno.

Faço depois algumas considerações a respeito das características que separam o pensar antigo, (com destaque para o medieval), do pensar moderno.

Refiro-me, seguidamente, ao começo do Pensamento Moderno e aos principais recrutas de altar, apontando aquele que quase todos os historiadores indicam como verdadeiro iniciador da Filosofia Moderna.

Faço uma referência às características gerais da Renascença, sob o ponto de vista histórico-filosófico.

 Estabeleço as linhas fundamentais sobre o renascimento do Platonismo e o seu significado histórico-filosófico.

Falo das correntes e renovação do aristotelismo, do estoicismo e do cepticismo, das linhas gerais e relevantes do movimento científico do séc. XVI, de Leonardo da Vinci, Nicolau Copérnico, Kepler e Galileu.

Refiro-me à filosofia bruniana e sua bibliografia; à filosofia sanchesiana; à filosofia, biografia e bibliografia de Descartes; ao ocasionalismo de A. Geulincx; à filosofia de Malebranche; à obra de Pascal; â biografia, bibliografia e filosofia de Espinosa, e, finalmente uma referência às «Idades do Espírito».

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