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Erros e Orientações de Vidas Humanas

  • Autor: Evaristo Fernandes
  • Estado: Público
  • Nº de páginas: 184
  • Tamanho: 170x235
  • Miolo: Preto e branco
  • Paginação: Colado
  • Acabamento da capa: Brilho
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 É uma obra que, partindo da Sociopsicanálise das inaltenticidades das existências humanas, procura as múltiplas e variadas vias das autenticidades.

            Iniciando-se o processo da “inaltenticidade” quando o Homem foi obrigado a deixar de ser sua existencial essência, passou, desde então, a ser o Ser desconhecido de sua essência, e, uma essência degenerada deteriora as existências, gera conflitos e desvios, cria o anormal e o patológico, o horrendo penetra na real natureza do Ser e o humano encerra-se numa hermenêutica despida de “moratória” psico-emocional e afectivo-relacional, castradora dos impulsos de originalidade e de transcendência, de criatividade e autenticidade.

            Uma das causas essenciais de tal desumanizada condição humana encontra-as o autor nos “marcadores fundamentais dos empirismos racionalistas da nossa época e nos desbastadores efeitos dos impregnantes métodos do conhecimento, tanto cartesianos como kantianos, alicerçados nos endeusamentos da Razão e da Abstracção, e, despidos de órgãos e de sentidos, de percepções e de emoções, de sentimentos e de afectos, o que gerou ignorância da “denominada” Ciência e Cultura científica, colocou balões de oxigénio como objectos de estudo, afastou o Homem da Natureza, desviou a Razão do Real e distorceu a real e verdadeira intencionalidade da racionalidade, parcelando a natureza do humano e dicotomizado a realidade”.

            Face a tais longas e constantes constatações, o autor, servindo-se de seus métodos psicanalíticos, de suas técnicas de regressões e de suas estratégias de reorganizações dos seres humanos, descobre que a Psicanálise permanece, ainda, uma floresta desconhecida; que as Neurociências, apesar de seus recentes desenvolvimentos, encontram-se, ainda, em seus superficiais patamares de investigações; que elevada percentagem dos comportamentos humanos permanece com causas desconhecidas, que infindos projectos de investigação social, humana, psicológica e mental são balões de oxigénio sem aproveitamento algum para a Humanidade.

            Os trabalhos psicoterapêuticos do autor revelaram que elevadas percentagens dos comportamentos humanos tem origens em causalidades que transcendem todo o empirismo científico e que o Homem, em sua essência, permanece, ainda hoje, no século das interplanetárias comunicações, um “desconhecido enigma”.

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