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As Manias da Paula e as Maiores Tolices do Mundo

Impostos e envio não incluídos
  • Autor: José Tavares
  • Estado: Público
  • Nº de páginas: 181
  • Tamanho: 150x210
  • Miolo: Preto e branco
  • Paginação: Colado
  • Acabamento da capa: Brilho
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Números absolutamente escandalosos, referentes a caprichosos gastos em bens materiais perfeitamente dispensáveis na vida quotidiana, para satisfazer um enorme ego pessoal; brutais valores relativos a fraudes financeiras e fiscais, envolvendo empresários, banqueiros e políticos, que assolaram as sociedades mais liberais, antes e durante a actual crise económica mundial… numa relação que serve de lembrete para que a felicidade não está no materialismo e que a podemos procurar sem ter que ser tão ‘agressivos’ para com o resto dos nossos conterrâneos.

Histórias e estatísticas, de manias individuais e tolices colectivas, algumas com graça, outras arrepiantes, num texto fácil e ilucidativo, num sentido didático e informativo, com uma ponta de humor quando possível, mas que não escamoteia uma mordaz crítica social ao denunciar o amplo espectro de situações de falta de moral, ou simplesmente de formas de chamar a atenção…

‘Duvidar, provocar, informar e distrair’ e fazer reflectir, é o objectivo. Espero que o resultado deste catálogo de tolices à descrição (ou ‘Atlas de malvadez’, dependendo da perspectiva) - espécie de manta de retalhos de ‘verdades inconvenientes’ a que procurei dar um sentido objectivo, uma compilação que é simultaneamente um retrato actual, cru, por vezes amargo e grotesco das sociedades ocidentais ditas desenvolvidas -, possa ser desfrutado de alguma forma, se levado em conta o dito de Montaigne; que o seu conteúdo possa causar assombro ou revolver consciências, para não dizer incitar à acção…, mas, no mínimo, que seja entretido! Oxalá pudesse contribuir para uma reflexão sobre a “perda de qualidade democrática” e para a reposição da moralidade perdida... De facto, o título do livro podia ter sido “Em busca da moralidade perdida”, ou mesmo “Da ‘epopeia colectiva’ à ‘decadência neuronal colectiva’”.

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