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HECATOMBE

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  • Autor: Salomé Andrade Pohl
  • Estado: Público
  • Nº de páginas: 192
  • Tamanho: 150x210
  • Miolo: Preto e branco
  • Paginação: Colado
  • Acabamento da capa: Brilho
  • ISBN eBook em PDF: 978-84-686-5397-6
    ISBN Acabamento em capa mole: 978-84-686-5396-9
Ver ficha técnica completa
Sinopse:

Quando Rodolfo Guilhião desenvolve uma seiva especial para ajudar o seu país, o Purgalto, a combater a crise, acaba por provocar uma hecatombe nacional de dimensões inimagináveis.
Terá este país enrascado (sob a intervenção da equipa R.A.S.C.A - Rescue Agreement Support for Controled Administration) capacidade de sobreviver a mais esta calamidade?


Críticas conhecidas até ao momento: 

"Depois de ler este livro consegui finalmente perder o medo. Já não preciso daqueles comprimidos que me fazem ver espaços energéticos e sociedades castradas. Até o soft power me parece bem menos sagrado." - Presidente da Assembleia da Nação Purgaltense. 

"A autora deste livro devia emigrar. Novamente." - Ministro-Mor da Nação Purgaltense 

"Tivéssemos nós aprovado o Pacman 4 não estávamos sujeitos aos descalabros que têm acontecido na nossa sociedade, como é o caso deste livro." - Le Zézinho Filósofo 

Prémios:

Agraciado com o prémio "Livro do Ano 2014" pelo Clube dos Leitores de Fijecas de Baixo (Purgalto).


3 Comentários sobre este livro Registe-se para comentar este livro
22 de Setembro de 2014 por MadalenaReis
Comecei a ler no metro e fiquei tão embrenhada que perdi a estação certa... Adorei: as personagens, as alusões mais ou menos claras à paisagem humana da política portuguesa das últimas décadas, o enredo - entre o sarcástico-demolidor e o humano-ternurento -, com devida dose de cómico... Recomendo a leitura sem reservas!!! Em especial a quem aprecie a tão rara combinação - bem conseguida! - entre um conteúdo sério e uma forma divertida, ou, dito por outras palavras, o riso à conta de coisas muito sérias e que nos ajuda a refletir sobre elas. Ai aquela cena, na Assembleia da Nação, em que os deputados competem por um certo título...! :)
1 de Setembro de 2014 por Stress-Panico
Uma pequena troca de letras, uma pequena troca de ideias, uma pequena troca de ficha. Uma grande confusão (mereceria um termo mais digestivo, mas para isso já basta a leitura do livro).

Salomé Pohl inspira-se num país que ela conhece bem, no qual nasceu e do qual saiu, e, olhando de fora, cria um outro país ficcional, na qual decorre uma trama que oscila entre sendo onírica e satírica, terminando num tom de esperança.

Fijecas de Baixo não poderia ser um terra de qualquer país do mundo. Pelo carácter das personagens, pela descrição dos actos das mesmas, pelo contexto político e económico envolvente, não há dúvida que se trata de um país sob intervenção externa. Duma entidade rasca. Perdão, R.A.S.C.A. Um país onde não existem apenas fijequenses, note-se. Alguns capítulos decorrem em ambiente insular, onde os habitantes, os funchosos, são governados por um homem que, durante 18 anos, foi possuído por agentes externos. Outros decorrem na capital, onde finalmente políticos dizem as verdades sobre si mesmos, mas também onde se processam mudanças importantes para o futuro dessa hipotética terra chamada Purgalto.

No entanto, a semente da mudança nasce de uma vontade fijequense em desenvolver uma seiva salvadora, que, infelizmente, e por uma falha inesperada, se transforma num transbordo de emoções e outras matérias.

Pela positiva, além da ideia da história, saliente-se a variedade e profundidade de personagens. Seria fácil para Salomé Pohl remeter-se a apresentar personagens que fossem meros cromos, ou, então, unidimensionais. As personagens, desde cedo, prometem. O problema está no cumprimento da promessa. Sejamos francos: 72 páginas sabem a muito pouco. Algumas temáticas parecem ter nascido para ir mais longe, e alguns personagens apenas fazem fugazes aparições, quando teriam ainda muito para dar.

Ainda assim, o livro vai longe, e acaba por efectuar reflexões sérias sobre os problemas de Purgalto. A toada de esperança que vai crescendo com o livro pode, no entanto, tornar-se amarga: é que podemos efectuar confusão entre Purgalto e Portugal, e pensarmos que, em problemas análogos, poder-se-iam aplicar soluções idênticas. Infelizmente, os portugueses são bem diferentes dos purgaltenses, pelo que o livro acaba por nos deixar um sabor agridoce, se nos vier à cabeça a disparatada ideia de fazer comparações.

Se, contudo, tomarmos a história pelo que ela é, e nos abstrairmos de estranhas coincidências, estamos perante uma obra que se lê com gosto, mesmo que pareça ser de mau gosto. Será demais pedir uma continuação?
23 de Agosto de 2014 por couto-ana
Fiquei rendida a esta sátira logo nas primeiras páginas, quando conheci as personagens Odete (Presidente da Câmara Municipal Fijequence) e Noémia (a sua advogada e amiga).
São capítulos que nos prendem a atenção, do princípio ao fim. Mesmo quando temos a sensação que tudo está condenado ao fracasso, eis que surge a luz ao fundo do túnel. Afinal, "a esperança é a última a morrer!".
Um texto bem escrito, cheio de humor e conhecimento do que se passa no nosso jardim plantado à beira-mar, Portugal.
Depois do resultado final deste primeiro livro da autora, só posso perguntar, impacientemente: para quando o segundo livro?
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